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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pênis: Sera que tem o seu propio cérebro?


 Pênis: O pênis tem o seu próprio cérebro, será e onde estará?
Dr Paulo Branco

De fato, há horas em que isso parece ser verdade, pois o homem parece não explora as potencialidades do pênis. E a masturbação criou um falso orgasmo, produzido mais na fantasia do que na experiência do corpo. Ele pode exigir atenção em situações inconvenientes ou se recusa a participar quando seu dono manda. Portanto, em certos aspectos a resposta será positiva, embora o cérebro peniano não possa ser considerado um cérebro de verdade. Trata-se, mas precisamente, de um reflexo erétil que reage a sinais nervosos gerados pela estimulação física. Ao que parece, o pênis e suas funções são tão vitais à sobrevivência da espécie que há mecanismos de substituição e proteção para preservar a função reprodutiva caso haja algo de errado com o cérebro.
O pênis e o cérebro mantem contato trocando mensagens através da medula espinhal, onde influenciam as vias nervosas. Mas pênis pode funcionar muito bem sem o cérebro. Os homens podem ter ereções e ejacular sem nenhum envolvimento cerebral. É normal que eles acordem com uma ereção sem nenhum tipo de estímulo, nem mesmo de um sonho erótico.
Para que ocorra uma ereção, não é preciso nem mesmo uma medula espinhal intacta, como os pesquisadores descobriram observando homens que sofreram danos medulares ou mesmo um rompimento completo  da medula e, ainda assim, geraram filhos. Na verdade, quando o cérebro é desconectado do pênis as ereções tornam-se mais frequentes.
Parece existir um gerador de ereções – o tal cérebro do pênis – localizado nos segmentos sacrais da medula espinhal, logo acima do cóccix dos homens. A estimulação física do pênis envia sinais sensoriais a esse centro erétil, que transmite uma sucessão de mensagens, avisando aos vasos sanguíneos penianos que está na hora da ação.
A ereção parece ser o estado padrão do pênis. Uma das funções importante do cérebro é suprimir as ereções durante a maior parte do tempo, de modo que os homens possam cuidar de outros assuntos e também para proteger os vasos sanguíneos dos danos provocados pelo intumescimento constante. Quando o homem não está excitado, partes do sistema nervoso simpático limitam ativamente o fluxo sanguíneo para o pênis, mantendo-o flácido. Os remédios contra a disfunção erétil – à base de sildenafil  e substancias similares – agem tornando mais lenta a degradação de uma das moléculas que mantêm os músculos relaxados, conservando o sangue no pênis.
Estudos mostram também que os homens podem aprender a ter ereções voluntárias usando apenas o cérebro, como reação a imagens mentais ou a estímulos não sexuais ou, ainda, apelando à imaginação e às fantasias. Isso explica porque os homens se excitam com objetos fetichista.

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